A cantora e compositora Dolly Parton, um dos maiores ícones da música mundial, morreu nesta terça-feira (25), aos 80 anos. A confirmação da morte da lenda da música country foi feita pela própria família por meio de um vídeo publicado nas redes sociais.
A artista enfrentava problemas de saúde nos últimos meses, intensificados após a morte de seu marido, Carl Dean, em março de 2025. O falecimento encerra uma trajetória de mais de seis décadas dedicadas à arte, à composição e a uma marcante atuação filantrópica nos Estados Unidos.
Um império construído com talento
Nascida em 1946 em uma família de origem humilde no Tennessee, Dolly era a quarta de 12 irmãos e cresceu em uma cabana sem água encanada ou eletricidade. A paixão pela música surgiu na infância, impulsionada por hinos e canções folclóricas ensinadas por sua mãe.
Ao longo da carreira, a artista acumulou um catálogo com mais de 3 mil composições, conquistando 10 prêmios no Grammy e integrações nos Halls da Fama do Country e do Rock & Roll. Hits como “Jolene”, “9 to 5” e a icônica “I Will Always Love You” consolidaram seu nome no cenário internacional.
“A tristeza fica conosco, não com a Dolly. Dolly viveu na luz e está nos braços de Jesus, com certeza, ao lado de Carl, seus pais e incontáveis outros que a assistiram e que queriam encontrá-la nos céus”
Versatilidade e impacto cultural
Além de dominar as paradas de sucesso no country, Dolly expandiu sua atuação para o pop, bluegrass e o cinema, atuando em produções de destaque. Ela também fundou o parque temático Dollywood e liderou projetos sociais expressivos.
Entre suas principais iniciativas beneficentes está a Imagination Library, criada em 1995, que já distribuiu mais de 200 milhões de livros para crianças ao redor do mundo. A artista deixa um vazio na cultura pop e na memória de milhões de fãs.



